Pessoas que estão despertando

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

 O Dilema Entre Ser Urbana e Ser Feliz

Desterrado - por Frei Betto

No oitavo andar, mesmo descalço, estou distante da superfície. Há uma montanha de cimento e ferro entre meu corpo e a terra que produz alimentos e flores, abre-se em rios e mares, acolhe pedras e absorve chuvas.

Desço e, a caminho do trabalho, sou transportado por um veículo que me mantém a certa distância do dorso do Planeta. Trafego por avenidas que já forma rios e ruas que vedam as costas de nossa morada cósmica com uma densa camada de asfalto.

Subo no elevador, essa caixa metálica que nos distribui por salas e escritórios, marionetes agitadas de um gigante invisível que ri de nossa sofreguidão. À hora do almoço, piso calçadas espessas com meus pés cobertos por grossas solas de material sintético. Nunca deixo meu corpo em contanto direto com a mãe Gaia. Meu computador tem um fio-terra, mas eu não. Guardo em mim toda energia acumulada, excessiva, que dilata gorduras que entopem artérias, faz desabrochar úlceras, prepara o coração para o infarto e aquece a tensão quem me torna irritadiço e estressado.

Não tenho nenhum canal aberto por onde a energia acumulada possa fluir e descarregar. Não piso a relva para não sujar os pés; temo me arranhar na aridez das pedras; e quase nunca mergulho no mar, cuja salinidade opera o descarrego do corpo.

Ser aéreo, trafego sem contato direto com o Planeta que é minha terra mátria. Dele sugo a vida e minha própria história biológica e psíquica. Nosso percurso rumo à vida teve início, juntos, há 3,5 bilhões de anos, quando começou a resfriar o calor que revestia este fragmento de Sol.

Carregado pela fita isolante que me envolve, não piso na Terra e, por isso, piso em meus semelhantes. Impaciente, reajo bravo a todo contratempo e trago a intolerância como escudo. Sou um filho de Gaia que cortou o cordão umbilical, como se eu pudesse dispensar o leite materno.

Já não intercambiamos energias. Meus pés, guarnecidos por meias e sapatos, servem apenas para movimentar as pernas. Assim, isolo meu corpo e isolo o corpo do Planeta, escondendo-o sob pedras, areia, asfalto e prédios.

Enterro a Terra. Sem me dar conta de que, de fato, construo minha própria tumba, tão lacrada quanto a dos faraós. A diferença é que eles as ocuparam quando mortos. Eu ocupo um espaço muito mais amplo do que as pirâmides. Vivo no imenso sarcófago da megalópole, cujos shopping centers são pirâmides estilizadas. Ouço cada vez mais o sussurro dos mortos, e menos o hálito saudável de Gaia.

Sou um desterrado

domingo, 7 de outubro de 2018

Biosseguridade em Aves de Corte e Postura


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Para uma boa criação de aves, é necessário além de ter animais de fácil manejo, boa produtividade, e raças adequadas ao sistema de produção proposto (postura ou corte), também é preciso tomar as devidas medidas de bem-estar e higiene, principalmente pelas aves serem particularmente frágeis se comparadas a grandes mamíferos como gado bovino e costumam ser sensíveis a temperaturas altas ou baixas demais. 
Aves também podem apresentar problemas respiratórios e devem ser devidamente vacinadas e tratadas para garantir uma boa produção e evitar doenças no seu plantel ou lote, ocasionando grandes perdas. Respeitar sempre a capacidade de lotação do ambiente (seja em gaiolas e baterias, ou em cercados improvisados) e também as necessidades de cada espécie (gansos, cisnes, galinhas ou qualquer outra que queira criar). Sempre procure informações sobre a espécie em lugares confiáveis, geralmente livros de autores que sabem do assunto, e desconfie de algumas informações na internet. 
Aqui separei algumas dicas principalmente para a criação de galinhas poedeiras e frangos de corte, mas que também podem ser usadas para outras espécies como as codornas. Bom proveito!

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Sanidade de Aves

Fontes Possíveis de Contaminação

©       Pessoas (técnicos, operários, visitantes)
©       Veículos (caminhões de ração e animais)
©       Equipamentos
©       Animais recém adquiridos
©       Roedores, aves silvestres e insetos
©       Ração e água
©       Cama dos animais

Medidas de Higiene

©       Isolamento da granja e do incubatório (com distância de outras edificações).
©       Barreiras físicas (pedilúvios).
©       Controle de pessoas veículos e animais domésticos.
©       Ração livre de micotoxinas, umidade e microrganismos (Salmonella, Campylobacter, Escherichia coli).
©       Ter um bom sistema de ventilação (ventiladores ou exaustores).
©       Atentar para o descarte de resíduos, (fossa séptica, incineração e enterramento não são recomendados) a compostagem é mais apropriada pois não contamina os lençois freáticos e o solo.
©       Controle do Cascudinho (Alphitobius diaperinus) que abriga fungos (Aspergilus spp.), bactérias (Escherichia coli, Salmonella spp.), vírus, protozoários (Eimeria spp.) e micotoxinas.

Principais doenças infecciosas

Pulurose

Possui os sintomas diarreia branca ou amarelada, fraqueza e retardo no crescimento. Acomete principalmente aves entre a segunda e terceira semana de vida por contato, ou ingestão de alimentos contaminados. É tratada com o uso de antibióticos e deve-se realizar fumigação de ovos limpos, eliminação de aves portadoras, vacinação (vivas/inativadas). (Salmonella Pullorum)

Tifo aviário

Possui os sintomas diarreia amarelada ou esverdeada, anemia grave e queda de postura. Acomete principalmente aves adultas de corte e postura por contato direto ou consumo de alimentos infectados. É tratada com o uso de antibióticos e deve-se certificar que as aves mortas estão tendo um destino correto.( Salmonella Gallinarum)

Colibacilose

Acomete pintinhos de 1 a 10 dias de idade infeccionando o umbigo. Seu tratamento é feito com antibióticos e é necessário aplicar medidas desinfetantes de higiene no local e aplicar vacinas. (Escherichia coli)

Coriza aviária

Doença do sistema respiratório de frangas reprodutoras ou poedeiras de qualquer idade, transmitido por contato direto ou alimento contaminado. Os sintomas são corrimento nasal fluido, falta de apetite, emagrecimento e diminuição da postura. Tratar com antibióticos e vacinas. (Avibacterium paragallinarum)

Pasteurelose (cólera aviária)

Acomete aves de qualquer idade, que sofreram estresse, através de contato direto por vias mecânicas ou biológicas. Tem como sintoma a septicemia hemorrágica. O tratamento é feito com antibióticos e vacinas. (Pasteurella multocida)

Micoplasmose aviária

Doença do sistema respiratório com sintomas de tosse, descarga nasal e diminuição no consumo de ração. Transmitido por contato, equipamentos e alimentos contaminados. Tratamento com antibióticos e vacina. (Mycoplasma spp.)

Doença de marek

Doença causada por herpesvírus, de caráter linfoproliferativo que acomete frangos de corte e galinhas domésticas através de contato ou via aerógena. Tem como sintomas, atrofia do timo e bolsa de Fabrício e paralisia transitória. A prevenção é feita através de vacinação nos ovos ou pintinhos e melhoramento genético.

Laringotraqueíte aviária

Doença causada por herpesvírus, com latência (aves portadoras) e acomete aves adultas por contato direto, via aerógena, fômites e alimentos contaminados. Possui os sintomas, traqueíte, conjuntivite, lacrimejamento e queda na produção de ovos. Prevenida com vacina.

Bronquite infecciosa

Doença respiratória aguda de rápida difusão entre aves que afeta todas as idades e sexos com sintomas como espirros, mudança na qualidade dos ovos, queda na produção, síndrome nefrite-nefrose (aumento dos rins com deposição de urato). Transmissão por contato direto e indireto e não há tratamento. Prevenida com vacina. (Coronavirus)

Doença de Newcastle

Doença de alta fatalidade (até 90%), tem sintomas como transtorno digestivo, respiratório e nervoso e afeta aves, répteis e mamíferos. Transmissão por contato e alimentos infectados. Roedores e aves selvagens são reservatórios e para controle tem de haver uma intervenção na propriedade e destruição de tudo que está contaminado, além de vacinar os animais.( Paramyxovirus)

Doença de Gumboro

Doença infecciosa de etiologia viral (Birnavirus), altamente contagiosa, conhecida também por: doença infecciosa da Bursa de Fabrício, nefrose infecciosa avícola. Acomete aves entre 3 e 9 semanas de vida, através de contato com aves ou objetos e equipamentos contaminados. Não há tratamento apenas prevenção com a vacina.

Coccidiose

Principal doença parasitária das aves, interferindo no ganho de peso e conversão alimentar, mortalidade, gastos com profilaxia e tratamento. Acomete várias espécies de aves através de ingestão de oocistos esporulados na ração, água e cama. Tem sintomas como diarreia com sangue, aves arrepiadas, asas caídas, apatia e sonolência. Prevenção feita com coccidiostático na ração (salinomicina), vacinas com oocistos viáveis de baixa patogenicidade, ambiente limpo e seco. (Eimeria spp.)

Influenza Aviária (Gripe aviária)

Doença contagiosa causada pelo vírus Influenza. Atinge aves silvestres (aquáticas principalmente) e domésticas. Seus sintomas são lesões sérias nos sistemas respiratório, digestivo, nervoso e reprodutivo. Transmissão direta ou indireta através de alimentação ou locais e equipamentos infectados com a secreção nasal.



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sábado, 6 de outubro de 2018

Biosseguridade na criação de Ovinos e Caprinos



Como bom e qualquer criador, sempre gostamos de ir atrás de informações que possam melhorar a produtividade de nosso rebanho, assim como manter os animais bem instalados nas devidas técnicas de Bem-estar e manejo correto de forma a todos saírem ganhando, não é mesmo! 
Um criador responsável deixa seus animais livres de enfermidades, fome, sede ou desconforto e proporciona condições favoráveis de produção, nunca explorando-os em demasia, respeitando o tempo de cada espécie. Separei algumas ótimas dicas para começar a sua criação de ovelhas e/ou cabras! Bom proveito. 

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Sanidade de Ovinos e Caprinos

Medidas de Higiene e Bem- Estar

©       Ventilação adequada aos animais               
©       Temperatura
©       Umidade
©       Capacidade de lotação (1,0-1,5m2/adulto)
©       Limpeza do aprisco (capril ou ovil) com frequência
©       Manutenção de pastagens para evitar verminoses

Aprisco

©       Principal instalação – área coberta
©       Declividade de 5% - facilita escoamento de água
©       Divisões - baias individuais, coletivas, maternidade, etc.
©       Piso ripado - 0,8 a 1 metro do solo
©       Limpeza diária ou a cada dois dias
©       Limpeza dos bebedouros periodicamente
©       Limpeza dos comedouros

Baias e galpões

©       Tipos de piso:
    Piso Ripado: menor contado dos animais com fezes, urina e umidade. Facilita a limpeza.
    Piso de chão batido: baixo custo, mas os animais tem maior contato com fezes, urina e umidade (disseminação de pneumonia, verminoses e diarreia). Necessita material para cama.
    Piso de Cimento: alto custo, animais também tem contato com urina, fezes e umidade. Necessita material para cama com trocas frequentes, pois impede drenagem e não permite a perda de calor a noite causando desconforto.
©       Cama de revestimento: maravalha, serragem média, palha-de-arroz, palhadas de capim picado, casca de café ou areia (menos recomendado).
©       Solário: área descoberta, contígua ao aprisco, aprisco, sem vegetação (verminoses), preferencialmente de solo-cimento cimento (16:1) (fácil limpeza, limpeza, baixo custo)
©       Esterqueira:
    Em geral: 20 a 50 metros do aprisco
    Preferencialmente coberta (alvenaria, bambu), subterrânea ou superficial (perda de nutrientes, contaminação)
    Dimensões de acordo com a quantidade de animais, subdividida em 2 ou 3 compartimentos
    Esterco retirado a cada 60-90 dias
    Eliminação do odor (amônia): camada (10cm) de cal virgem a cada 5 dias- enriquece o adubo com cálcio.
©       Comedouros:
    Preferencialmente na parte externa da baias.
    Materiais: tambor plástico, madeira, alvenaria, cimento, etc.
    Deve permitir o acesso de todos os animais ao mesmo tempo.
    Altura sempre acima da cauda.
    Do lado oposto aos bebedouros.

 Sala de ordenha

©       Sempre limpa e organizada, somente animais lactantes.
©       Preferencialmente: paredes azulejadas até 1,5m, piso de cimento rústico ou emborrachado.
©       Pedilúvio: com 10 cm de profundidade, sempre na entrada de salas de espera e bretes.

Áreas de isolamento

©       Sempre longe do aprisco.
©       Baias individuais com solário e de material de fácil limpeza.
©       Para abrigar animais doentes ou com suspeitas, além de possuir ambiente preparado de Quarentena para receber os animais recém-adquiridos (de leilões, feiras, etc.) de modo a evitar a contaminação no lote atual, onde devem permanecer em observação em média 20 dias.

Depósitos de ração e silos

©       Local seco e bem ventilado, com estrado de madeira para evitar a umidade excessiva.
©       Silos bem cobertos e protegidos de pragas (roedores e insetos).
©       Pia, sanitário e banheiro para funcionários e técnicos manterem a higiene.

Fêmeas prenhes e Crias

©       Fêmeas Prenhes:
    Evitar contato com matrizes de outras espécies (gatos, ratos).
    Separar matrizes 6 a 8 semanas antes do parto.
    Vermifugar e vacinar 3 a 4 semanas antes do parto.
    Realizar limpeza e corte dos pelos da cauda, úbere e olhos.
    Após o parto verificar se a matriz expulsou a placenta.
©       Crias:
    Corte e desinfecção do cordão umbilical (iodo a 10% por 2 a 3 dias).
    Garantir a ingestão do colostro nas primeiras 6 horas.
    Manter os recém nascidos no aprisco nos primeiros 15 a 20 dias de vida.
    Colostro: armazenar até 7 dias a 4ºC, e até 6 meses congelado a -10ºC.
    Aquecer o colostro a 50ºC e oferecer 150ml três vezes ao dia.
    Vermifugar com três semanas (saída para o pasto ou desmame em piquetes específicos).
    Cortas os pelos da cauda de cordeiros lanados ao 2º ou 3º dia de vida,  evita acumulo de fezes e muco.
    Separação de animais por sexo ou castração para os maiores de 4 meses.

Adultos

©       Casqueamento: é importante, pois há o acumulo de matéria orgânica, que pode dificultar a locomoção, reduzir a ingestão de alimento, dificultar a cobertura dos reprodutores.

Principais doenças infecciosas

©       Mastite: inflamação da glândula mamária (Staphylococcus aureus, Staphylococcus spp., Streptococcus spp, Pseudomonas aeruginosa, Escherichia coli). Transmitida pelo ordenhador, ou ordenhadeira através do canal do teto. Sintomas são febre, edema, leite com grumos de pus.
©       Na pré-ordenha: realizar a higiene das mãos, utilizar uma caneca telada de fundo preto para verificar qualquer alteração no leite, limpar o úbere (agua clorada se necessário), antissepsia pré-dipping (: soluções iodadas a 0,25 a 1% ou à base de hipoclorito de sódio 2% a 10%) e secar o úbere com toalha descartável.
©       Na pós-ordenha: fazer imersão dos tetos em solução de iodo glicerinado a 1% (esfíncter aberto).
©       Linfadenite caseosa: Doença contagiosa crônica de ovinos e caprinos caracterizada por abscessos nos linfonodos superficiais ou internos (Corynebacterium pseudotuberculosis). Transmitida pela pele, geralmente lesões, contato com animais doentes e alimentos contaminados. Sintomas são aumento dos linfonodos. O tratamento é feito com a antissepsia e remoção dos abcessos.
©       Ceratoconjuntivite contagiosa: enfermidade  infecto-contagiosa com reação inflamatória de caráter agudo ou crônico da conjuntiva que acomete ovinos, caprinos e bovinos. Sintomas são lacrimejamento intenso, vermelhidão, inchaço nos olhos e úlceras na córnea. (Branhamella ovis (Moraxella ovis), Mycoplasma spp, Chlamydophila spp, Moraxella bovis, Staphylococcus aureus). Evitar pastos muito altos, pouco sombreamento, ambientes muito fechados, controle de moscas, poeira e animais de outras espécies. Vacinas os animais a partir de 4 meses de idade.
©       Pododermatite: doença contagiosa crônica, necrosante da epiderme interdigital e matriz do casco dos ovinos e caprinos, levando à manqueira (claudicação). Sintomas são perda de peso, queda na produção de lã, leite e carne e transtornos reprodutivos. (Dichelobacter nodosus). Realizar pedilúvio nos animais: formalina a 2,5% ou sulfato de zinco a 10%, vacinação (Foot-Vac®) a partir dos 3 meses de idade.
©       Artrite-encefalite caprina (CAE): doença contagiosa viral que provoca inflamação no sistema  nervoso, nas articulações e nas glândulas mamárias (vírus da família Retroviridae). A transmissão se dá através de consumo de leite ou colostro de animais infectados, sêmen ou fômites com sangue. Sintomas são claudicação e edema em animais de mais de 2 anos com artrite no joelho, em filhotes pode ocorrer paralisia de um dos membros. Não há vacina nem tratamento, é feito eutanásia.
©       Ectima contagioso: enfermidade causada por DNA vírus (família Poxviridae, gênero Parapoxvirus), acometendo caprinos e ovinos entre o 3º e 6º mês de idade. Sintomas são pontos avermelhados nos lábios que formam pústulas que se rompem, vesículas na gengiva, narinas, úbere , língua, olhos e vulva. Quando o animal ingere a saliva infectada causa úlceras no estômago e intestino (óbito). Revacinar os animais a cada seis meses, pois não há tratamento.
©       Língua Azul: doença infecciosa causada por vírus do gênero Orbivirus, família Reoviridae que afeta ruminantes domésticos e silvestres (cervídeos), apresentando como vetores, insetos hematófagos do gênero Culicoides (borrachudo, mosca do sangue. Sintomas são edema de face, febre, corrimento nasal com crostas, vesículas na boca e lábios, claudicação, perda de peso, óbito. Em caprinos causa uma anemia leve. No Brasil não há vacina para as estirpes circulantes.
©       Micoplasmose: Lesões inflamatórias nas articulações, glândula mamária, pulmões e olhos por espécies de Mycoplasma. Os jovens são mais susceptíveis, e os sintomas são febre, tosse, aumento de linfonodos e articulações.
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Verminoses: Haemonchus spp. Causa anemia e edema submandibular. O tratamento é feito com anti-helmínticos, método da famacha (exame ocular) e manejo das pastagens.


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